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 Cozinha

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Felice Scorpius
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MensagemAssunto: Cozinha    Qua Ago 21, 2013 3:00 pm

Relembrando a primeira mensagem :

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Felice Scorpius
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Ter Jun 16, 2015 11:05 pm

- Calma, Felice Scorpius. Tu tem calma. Enquanto o teu marido não chega, pensa em coisas boas. Penas em arco-íris, e rosas, e em como será bom o dia em que tu espetares uma galheta bem assente na tromba do outro Sullivan. E um murro também. - Resmungava eu, sozinha e feita parva, agarrada ao corrimão das escadas enquanto Mikko não chegava. Fui obrigada a fechar os olhos e mordiscar o lábio com alguma força quando tive uma dor aguda. Foi então que até me assustei ao ouvir Mikko. Não tinha dado pela sua presença.
- Ok amor, não te assustes... Mas acho melhor ir ao hospital. Eu tenho as costas presas, não me consigo mexer. E sinto uma pressão e uma dor estranha no ventre e eu sei que isto foi da camada de nervos e tudo mais que suportei hoje, mas eu só quero ter a certeza que está tudo bem. - Falei tão depressa que quando terminei estava sem fôlego. Suspirei depois de recuperar o fôlego. - Não quero levar o menino porque está a dormir muito mãe e a tua mãe é a única pessoa em quem confio. Mas também não a queria preocupar e dizer-lhe que vou ao hospital por me estar a sentir... Ligeiramente mal.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Seg Jun 22, 2015 11:23 am

Ela devia estar a gozar comigo. Como é que ela queria que eu não me assustasse? De qualquer das maneiras, já era tarde de mais para isso. Eu já estava a imaginar o pior, com o coração apertado de nervos e preocupação. - Mas é claro que vamos ao hospital e é agora mesmo - Passávamos a vida no hospital agora. Sempre pelas piores razões. Que raios de sorte tinhamos nós? Ai quando eu visse o meu irmãozinho novamente... Ia fazer questão de lhe deixar a cara negra a ver se aprendia. - Paciência, Felice. Vou ligar à minha mãe - Liguei-lhe num ápice, pedindo-lhe que viesse o mais rápido possivel - Nestas coisas não vou arriscar.
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Felice Scorpius
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Seg Jun 22, 2015 5:39 pm

Eu e o Mikko estamos ligados de tais maneiras que eu não preciso nem de o ver ou de o ouvir para saber que está (muito) nervoso. - Amor, calma. Por favor... Senão eu também fico mais nervosa e isso não ajuda em nada. Eu garanto-te que está tudo bem, eu sei disso, eu que sim. Isto são só as consequências de um dia inteiro em pé e de algum esforço, juntamente com o stress e nervos. Eu só quero ter a certeza que o meu bebé está mesmo bem. - Afirmei, respirando fundo depois. Não queria mesmo que a sua mãe se preocupasse mais ainda, mas agora já não havia mais nada a fazer, Mikko contara-lhe que eu estava com dores e a sentir uma certa pressão no ventre, e que, claro, estou encalhada no meio das escadas por não conseguir andar.
Larguei, aos poucos, o corrimão das escadas e apoiei-me então a Mikko. - Tira-me das escadas, amor. Por favor. Sei lá, tenho medo de cair ou assim. - Podia ser parvo, mas nunca se sabe. Eu tentava mexer-me de vez em quando, mas tinha receio de estar a fazer pior.

Ao fim de algum tempo, Grace apareceu, muito preocupada, e comprometeu-se a ficar com o neto o tempo que fosse necessário. Depois de lhe agradecer e de conseguir entrar e sentar-me no carro, seguimos então para o hospital. Mikko não falava muito, apenas perguntava de vez em quando como eu me estava a sentir. Ele acariciava a minha barriga, que já parecia bem maior do que era suposto para o tempo atual de gravidez, e tentava ser o mais rápido possível a chegar ao hospital. Tive um dos pensamentos mais estranhos e estúpidos para o momento. Pensei que se calhar andava a comer demais, e daí o aumento de peso e da minha barriga ser maior do que na gravidez anterior. Sacudi a cabeça quando Mikko me abriu a porta e me ajudou a ir até ao interior do hospital. Por sorte a minha médica estava presente, e disponível. Ela ofereceu-se de imediato quando soube do que se passava, e em poucos minutos estávamos no seu consultório.
Tive de lhe ser sincera e contar-lhe que passara o dia a fazer asneiras; asneiras que uma grávida não deve cometer. Especialmente se essa grávida for uma pessoa que há pouco tempo esteve num coma e não morreu, juntamente com o seu filho, por um triz. Depois da pequena conversa e com a ajuda de ambos, deitei-me na maca e esperei que a doutora realizasse a ecografia. Olhei para Mikko, que só não estava a roer as unhas por sorte. Estiquei-lhe a mão e segurei a sua, acariciando-a. - Afinal vamos ver hoje se é menino ou menina. - Sussurrei-lhe quando se aproximou de mim, sorrindo ao sentir o seu beijinho na minha testa. Estremeci quando senti o gel gelado sobre o meu ventre, mas nem assim desviei o meu olhar do de Mikko. Tinha medo de olhar para o ecrã, ou até mesmo para a médica naquele momento. Tinha medo de, de facto, ouvir más noticias. O silêncio da médica começava a deixar-me mais nervosa do que nunca, e a minha mão, entrelaçada com a de Mikko, tremelicava. Foi então que olhei a médica.
- Há algum problema com o meu bebé? Por favor, não fique assim tão calada, diga qualquer coisa. - Supliquei, sentindo a mão de Mikko a apertar mais a minha, num pequeno reconforto. Suspirei quando ela negou, abanando a cabeça, e me pediu só para aguardar um pouco. Ela estava agora a tapar quase todo o ecrã, e eu respirei fundo.
- Felice. - Quando ela me chamou, senti um sufoco no coração. Ela apontou para o ecrã, com um pequeno sorriso nos lábios. Mas eu fiquei confusa, e não sabia bem o que estávamos a ver. Então, com a ponta do dedo, ela fez dois círculos. Afinal não estás obesa Felice. Pensei para mim, com vontade de sorrir.
- Mikko... Olha, amor. - Pedi, e soltei uma pequena gargalhada quando o vi mais confuso que eu. Quando se aproximou, para poder ver melhor o ecrã, elevei o meu rosto e sussurrei-lhe. - São dois, amor.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Seg Jun 22, 2015 6:47 pm

Ela estava a dizer-me que algo de errado se passava e esperava que eu me mantivesse calmo? Isso ia completamente cpntra o meu instinto. No entanto, e apenas porque ela assim o pedira, tentei mostrar-me um pouco menos ansioso e aterrorizado do que realmente estava. A minha mente pensava o pior. Ajudei-a a sair das escadas e transportei-a com cuidado até ao sofá da sala onde esperamos que a minha mae chegasse para ficar com Milo. Mal ela chegou, arrancámos para o hospital.
Ja no cubiculo medico, senti as minhas mãos suar. Aproximei-me de Felice e fiquei perto dela enquanto a medica a analisava. O meu coraçao batia forte com o receio de recebermos más noticias.
Entao ela finalmente falou. Acho que no meu nervosismo nem consegui perceber o que ela dizia. Demorei um minuto a interar-me do que Fel dissera. Dois?! Ja tinhamos brincado com essa possibilidade mas eu nunca imaginara que isso assim fosse acontecer. Estava chocado - Dois? - Mirei o ecra - dois - Murmurei ainda em choque. So entao comecei a rir, meio surpreendido, meio extasiado - Mas está tudo bem com os dois? Com os tres , alias? - Apressei-me a perguntar.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Seg Jun 22, 2015 8:59 pm

Não sabia o que dizer ao início. Mikko já tinha falado nisso, ainda que na brincadeira, e até aí eu não sabia o que pensar. Ficava nervosa só de pensar nessa possibilidade, e agora... Agora sinto-me feliz por isso mesmo. Não sou capaz de sentir mais nada a não ser felicidade. É claro que ainda assim estou preocupada, e o ar sério da médica dizia-me que havia mais qualquer coisa.
- Está tudo bem com os bebés, sim. Neste momento, aparentam ser muito saudáveis e não há sinais de possíveis problemas. Mas, Felice... - Já sabia o que se seguia, e por isso acabei por engolir em seco. - Oh minha querida. Se só com um eu já te dizia que não podias fazer nenhum esforço ou estar submetida a climas de grande stress e nervosismo, agora é pior. Não digo a duplicar, mas a triplicar. Porque não é só também a saúde dos vossos bebés que conta, a tua também é muito importante. E tu não te estás a cuidar como nos prometeste, Felice. - Sentia-me como uma miúda errante, de tal forma que desviei um pouco o meu olhar do seu. Suspirei e assenti.
- Eu sei... Mas eu estou bem. - Garanti, talvez apenas a mim mesma, e encarei-a de novo.
- Não é o que ela diz sempre? - Ela riu baixinho, sendo aquela pergunta para Mikko. A doutora começou então a limpar o meu ventre logo depois de desligar a máquina e olhou-nos. - Precisas de descansar. E estou a começar a pensar em te receitar umas vitaminas, Felice. Comer e deitar fora algum tempo depois não conta. Se continuas com isso, acabas por ser internada. - Ela acabou por se ir sentar no seu cadeirão, começando a receitar-me as ditas vitaminas. Sabia que o estava a fazer, enquanto eu me sentava, ajeitava as roupas e tinha Mikko a olhar-me. Ela voltou para a nossa beira algum tempo depois, e falou para o meu marido. - Não a deixe fazer tarefas domésticas, não a deixe fazer esforços ou enervar-se muito. Talvez contratar uma empregada ou pedir a alguém da família que fique com ela enquanto você não está não seja má ideia. E acima de tudo, certifique-se que ela come. Ou melhor, que não deite fora o que ela come. De momento, posso dizer-lhe que os bebés estão bem mais saudáveis que a sua esposa. - Ela falou, e eu engoli em seco. Voltei a alcançar a mão de Mikko e apertei-a com alguma força. Peguei na receita médica que a médica me deu e agradeci.
- Antes de ires, minha querida... Vou começar a marcar-te consultas semanais, para ter a certeza que tu e os rebentos estão bem. Por favor, trata de ti. E tem cuidado com as escadas, não subas muitos degraus. - Eu assenti e agradeci de novo, saindo entretanto com Mikko. Ele parecia estar novamente aluado.
- Amor...? - Não sabia o que ele ia fazer. Se iria discutir, ou ralhar comigo, ou mostrar-se desiludido de certa forma.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Ter Jun 23, 2015 11:19 am

Felizmente, tudo isto não parecia ter sido mais um susto do que qualquer outra coisa. Os bebés (como era estranho agora ter de passar a dizer isso) estavam bem e saudáveis e era isso que era preciso. No entanto, se antes já estava preocupado com Felice, agora ia passar o tempo todo com medo de que algo lhe pudesse acontecer. Olhei para a minha mulher e sabia que ela entenderia o quanto eu estava ralado neste momento. - Realmente, é o que ela diz sempre - Concordei com a médica, contra gosto. Ouvi as recomendações da médica e mentalizei-me que iríamos ter mudar sérias coisas lá por casa. - Eu bem que já tinha dito que deveríamos arranjar uma empregada. - Olhei para Felice - E de agora em diante passo a ser eu a fazer o jantar e assegurar-me de que estás bem alimentada, à minha vista - Preocupava-me com ela.
Por fim a médica ainda disse que a consulta do dia seguinte continuava de pé só para ela confirmar que Felice recuperara desde esta noite. Talvez tivéssemos oportunidade para saber, finalmente, o sexo dos bebés.
Saí com Felice da consulta em silêncio. Iamos fazendo o nosso caminho para a saída do hospital. Odiava demorar-me ali mais do que o necessário. Coloquei o meu braço à volta dos seus ombros e puxei-a para juntinho de mim, para que caminhássemos perto um do outro. - Vai correr tudo bem - Não sabia se dizia isto para me acalmar, para a acalmar a ela ou como uma prece. - Eu amo-te, e não posso deixar que aconteça nada aos três. Por isso, por favor, vais seguir as normas da médica desta vez.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Ter Jun 23, 2015 11:58 pm

Mantive-me calada, até mesmo quando ele falou comigo. A verdade é que eu me sentia tremendamente culpada por tudo o que estava a acontecer. Para ser sincera não estava muito preocupada com a minha saúde, mas sim com a dos meus filhos. Dos meus gémeos, do meu Milo. Só que mesmo assim eu acabei por fazer coisas que quase os prejudicou e isso faz-me sentir horrível. Uma pessoa horrível, uma péssima mãe. Eu não estava a passar por uma fase feliz da gravidez, e não sei bem como estava a ser capaz de esconder isso de toda a gente. A única que sabia era a minha médica, e daí o raspanete que ela me dera. Depois de todas as refeições e snacks, eu acabava por arranjar sempre maneira de escapulir-me e ir até à casa de banho fazer asneiras. Não porque queria, não por razões de estética e afins, mas sim porque não aguentaria a comida no estômago por muito mais tempo.
Eu começava a perder peso significativamente, e foi aí que a minha médica começou a ralhar comigo e a avisar-me para parar. Talvez não se note ainda a minha perda de tempo porque estou a inchar, e talvez seja por isso que Mikko também não reparara.
Ao fim de algum tempo, acabei por encará-lo. - Desculpa... Não fiques zangado comigo. - Pedi, como se me sentisse encurralada e a desmoronar. Baixei o rosto e tentei não chorar. Estava cansada de o fazer e ainda nem estava a meio da gravidez. - Eu tentei parar e conseguir fazer tudo e manter a comida no estômago mas pelos vistos eu sou uma espécie de desastre ambulante que, mesmo sem querer, só sabe fazer porcaria. - Passei as mãos pela cara, tapando-a por uns segundos. - Tens todo o direito de estar chateado comigo... Eu não te contei e devia tê-lo feito. Mas eu estava a tentar resolver o meu problema sozinha... Desculpa, amor.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Qua Jun 24, 2015 12:04 am

Se havia caracteristica que eu por vezes não adorava nela era a sua individualidade. Felice ocultava os seus problemas de todos só para não preocupar ninguém. Mas por vezes havia problemas que não se podiam resolver sozinhos e eu era o seu parceiro, queria que ela contasse comigo. - Estamos nisto juntos. Gostava que me tivesses contado. Devias fazê-lo. Eu estou aqui para ti - murmurei - De agora em diante vais fazê-lo. Promete-me, meu amor. Daqui para a frente vais contar-me todas as tuas preocupações e problemas, mesmo que sejam coisas que aches insignificantes. Estamos nisto juntos - repeti. Eu estava chateado mas ao mesmo tempo não era com ela.
Caminhámos até ao elevador e dali para o parque de estacionamento. Não tardou muito até estarmos no carro. Aproveitei para mandar uma mensagem à minha mãe a dizer que Felice estava fora de perigo, que fora apenas um susto e que estaríamos em casa brevemente. - credo, este dia foi mesmo longo. deviamos adiar o almoço de amanhã, precisas de descansar.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Qua Jun 24, 2015 12:24 am

- Eu quis ter contado... Houve um momento em que estive quase a fazê-lo mas depois fiquei com medo e desisti. - Suspirei. Ele tinha razão, tinha toda a razão do mundo. E eu não merecia que ele estivesse a ser tão simpático comigo, e no entanto era o que ele estava a fazer, a ser o melhor namorado do mundo. Estava a agir como se fosse mesmo o meu marido, companheiro para toda a vida. Os meus pensamentos fizeram-me sorrir, e eu voltei a olhá-lo. - Prometo, amor. Mas tu também vais ter de me contar todos os teus problemas, medos e coisas do género. Estamos juntos, em tudo. - Afirmei, confiante e um pouco mais alegre.
Ainda faltavam alguns minutos para chegar a casa e eu continuava calada. Estava pensativa, na dúvida se devia de contar a novidade ainda hoje a Grace ou não. Foi então que ouvi o meu Mikko. - Não, amor. Se adiarmos será por ti e não por mim. Quero dizer, eu posso dormir a noite e a manhã inteira... Já tu vais ter de acordar de manhã cedo para ir trabalhar, amor. E ainda por cima já é tão tarde... - Suspirei quando vi as horas. - Meu deus, e quem é que te prepara o pequeno-almoço amanhã?! Tenho de adiantar algo antes de ir para a cama. - Murmurei, mais para mim do que para ele.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Qua Jun 24, 2015 12:29 am

Medo de quê? Queria eu perguntar mas não quis prolongar mais aquela conversa. O que menos precisámos eram drama antes de chegarmos a casa. Limitei-me a conduzir, querendo lá chega rapidamente.
- Eu nem sei o que é melhor... - Admiti - Não vou dormir grande coisa esta noite mas tu não te preocupes. O trabalho não me preocupa, nem nada assim. Amanhã vamos almoçar com os meus pais então - concluí - e ah, deixa a noticia dos gémeos para amanhã. já sei que a minha mãe vai falar sobre isso durante imenso tempo e esta noite precisamos todos de alguma paz - sorri um bocadinho. Chegámos a casa. Mal nos viu, a minha mãe veio logo perguntar o que se passava. Estava preocupadissima - Amanhã, mãe, amanha. Falamos amanhã sobre o que se passou, mas garanto-lhe que está tudo bem e não tem de se preocupar. - soava mal, mas queria despachá-la.
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MensagemAssunto: Re: Cozinha    Qua Jun 24, 2015 12:47 am

- Vou tentar não ficar preocupada com o amor da minha vida, mas não prometo nada. - Brinquei, acariciando-lhe a mão. - E achoqur tens razão pelo menos isso irá dar-nos horas de conversa garantida no almoço. - Sorri. Assim que estacionou, Mikko saiu do carro e correu até mim, ajudando-me a sair do mesmo e a chegar a casa em segurança. Grace estava preocupadíssima como sempre, e deu-me pena quando Mikko a estava a despachar. Mas eu compreendia-o. - Estamos bem, Grace, de verdade. - Admiti, sorrindo-lhe. Senti que ela acabou por acreditar que era verdade, e acabou por se despedir de nós. Mal ela saiu, Mikko pegou em mim ao colo e carregou-me pelas escadas, pousando-me só na nossa cama. - Tens noção que vais deixar de ser capaz de fazer isso, não tens? - Ri.
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